A chuva

A chuva – Mariza

As coisas vulgares
que_há na vida
não deixam saudades
só as lembranças que doem
ou fazem sorrir

Há gente que fica na história
da história da gente
e outras de quem nem o nome
lembramos ouvir

c f f e f
f e f
e f e f e d d d
c e e d e e d e
e f e d c

c f f e f
f e f
e f e f e d d d
c e e d e e d e
e e f g f

A chuva molhava o rosto
Gelado e cansado
As ruas que a cidade tinha
Já eu percorrera

Ai . . .
meu choro de moça perdida
gritava à cidade
que o fogo do  amor
sob a chuva
em instantes morrera

c f f e f
f e f
e f e f e d d
c e e d e e d e
e e f g f

SOLO
f a# a g f
g a a g
g g g a a# a# a a
f a# a g f
g a a g
g g g a a# a# a a

a# a g
g f g g f e
e f g a a# a# a
a# a g
g g g f d g
g g g e d d c c

c f f e f f e f
e f e f e d d
c e e d e e d e
e e f g f

g f e e e
e d d c . . .

d e f g . . .
f

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